Maçonaria Adonhiramita
A romãzeira, originária do Oriente Médio e Palestina, é carregada de significados históricos e sagrados:
Assírios: Simbolizava vida; seu suco era oferecido aos reis.
Fenícios: Consideravam-na um fruto sagrado.
Gregos: Ofereciam-na à deusa da sabedoria.
Bíblia: Vinho de romã era associado a propriedades afrodisíacas, citado no contexto do Rei Salomão.
Na Maçonaria, as romãs adornam as Colunas J e B, representando:
Universalidade: Cada romã simboliza uma Loja, e suas sementes, os Maçons.
Fraternidade: A união das sementes reflete a solidariedade e harmonia que devem reinar nas Lojas.
Fertilidade: Incentiva a expansão dos ideais maçônicos pelo mundo.
“A Loja-Romã-Universo é um convite à união, lembrando que a fraternidade deve transcender os templos.”
AS ROMÃS COMO METÁFORA DA ORDEM
Unidade na Diversidade: Assim como os grãos são separados por membranas, mas formam um único fruto, os Maçons, mesmo divididos por Obediências ou países, compõem um mesmo Corpo.
Compromisso: A romã inspira fertilidade (semear a Maçonaria) e abundância (multiplicar virtudes).
CHAMADO À AÇÃO
Participação: “Não seja um espectador, participe. O Maçom é sinônimo de líder.”
Reflexão: Estudar o simbolismo das romãs é cumprir o dever de fortalecer a Ordem.
BIBLIOGRAFIA (Destaques)
ASLAN, Nicola. Grande Dicionário Enciclopédico de Maçonaria e Simbologia.
CAMINO, Rizzardo da. O Aprendizado Maçônico.
Revista A TROLHA (n.215, 2004).
Conclusão:
As romãs, com suas sementes incontáveis e unidade indissolúvel, encapsulam a essência da Maçonaria: fraternidade, expansão e trabalho contínuo. Que este símbolo milenar nos lembre diariamente de que, mesmo em nossa diversidade, somos um só Corpo, destinados a construir um mundo mais justo e iluminado.
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